Novo golpe vem sendo aplicado em Aracaju: terceira vítima presta BO na 2ª DP

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Um novo tipo de golpe vem sendo aplicado em Aracaju sem que seus autores já tenham sido identificados pela Polícia Civil ou Militar até momento. A nova modalidade pode se estender para o interior do Estado.

O fato: Na última ocorrência, que se deu na manhã dessa sexta-feira, 19 de outubro, um cidadão se passou por vendedor dizendo ser funcionário do comerciante “Galego do Queijo”. Ele então sublocou o veículo da vítima para transportar 210 quilos de queijo do Mercado Central de Aracaju e o acompanhou até uma Feira Livre que de fato acontece nas imediações do Bairro José Conrado de Araújo, Zona Norte da Capital, onde a mercadoria seria entregue.

Ao chegar ao local da retirada da mercadoria, Mercado Tales Ferraz, ele pediu o aparelho celular, do tipo J5 da Samsung, para telefonar ao entregador do queijo que também seria outro suposto funcionário do referido Galego do Queijo. Ao telefonar para o número fornecido, a vítima logo foi atendido por alguém, assim senso o meliante pede para falar e logo se evadiu do local deixando o proprietário do veículo em pleno trânsito impossibilitado de agir. Ele é moreno, estatura de 1.70, magro, moreno, olhos quase verdes. Usava bermuda e camisa verde.

Investigando por conta própria: A vítima procurou a administração do Mercado para saber se existe um sistema de câmeras que pudessem ter registrado a ocorrência, uma vez que toda ação se deu no lado onde são vendidos o pescado. Não existe, informou a administração. Segundo comerciantes que foram indagados, as câmeras de vigilância somente existem em algumas partes internas do Mercado e são de propriedades de comerciantes que as colocaram para própria segurança e conforte dos seus estabelecimentos. As reclamações são inúmeras por falta de atenção Prefeitura Municipal nesse sentido.

O histórico no Mercado: Ocorrências do local faz com que essa área fosse prioridade em segurança. A Prefeitura de Aracaju não se atentou ao fato, sendo que, depoimentos colhidos ali indicam que vários assaltos, roubos e até crime por arma de fogo vinham acontecendo com certa frequência. Diminuiu, porém, continuam. As vítimas não tem idade e nem sexo. No caso desse relato, tudo aconteceu há menos de 10 metros da Guarda Municipal, tamanha é a ousadia dos meliantes na área que é totalmente desprotegida de um serviço mais efetivo por parte da Policia Militar e até a presença de um serviço de inteligência que monitore, indicou um comerciante local que já foi assaltado no local. O celular pode ter sido vendido nos desmanches que compram baratos para aproveitamento das peças.

Ao registrar o Boletim de Ocorrência na 2ª Delegacia Metropolitana, o fato já era conhecido pela Polícia, sendo que esse era o terceiro nos mesmo padrão e região. Essa é a prova para a atuação de um serviço de inteligência no local.

A vítima peregrinou no local circulando a região e também se dirigiu até a feira do Bairro José Conrado de Araújo onde ninguém identificou o tal comerciante “Galego do Queijo”.

Por fim a vítima informou que só caiu no golpe porque os familiares afirmaram conhecer o rapaz que se identificou como sendo próximo da residência e se mostrava carente do veículo para vender a mercadoria, já que buscou no portão da própria vítima que atendeu por bom gesto.

Até o momento não há resultados e o fato parece ficar apenas nas estatísticas do Estado de Sergipe como um dos mais livres para a criminalidade, é terceiro lugar nesse sentido.

Por Adeval Marques

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